E refiro-me concretamente ao acto de defecar, vulgo fazer um cocó. (Acho realmente horrendo não escrever no blogue há meses e depois vir com esta conversa, mas acreditem que foi ela mesmo que me conseguiu fazer sentar neste computador e desabafar).
E agora, o horror social do ano: Susana vive então 6 dias por semana numa casa. E um dia por semana na sua própria casa. Susana não faz cocó durante 6 dias, porque no escritório não consegue, trabalham lá 15 pessoas. Então, Susana carrega diariamente no ventre um pequeno ser, que dá à luz sempre que dorme na sua própria casa.
Até que um dia, enche-se de coragem, e, na casa que não é sua mas que estava vazia, baixa as calças e faz um firme e bojudo cocó. E vai trabalhar, feliz por ter ultrapassado este obstáculo.
À noite ao telefone:
Ele: Então, hã, os meus parabéns!
Eu - Hein?
Ele: Fui à casa de banho e na sanita estava lá um floater a olhar para mim!
Eu (silêncio)
Ele: A sério, aquilo saiu mesmo de dentro ti?!
Eu (estado de choque)
Ele: O gajo era rijo hã?! Se tu visses como ele lutou pela vida!
Eu (horrorizada)
Ele: Olha que só o consegui partir pela espinha com duas descargas do autoclismo..
Eu: OK! JÁ PERCEBI A IDEIA!!!!
Ele: A sério, fico muito feliz por já cagares cá em casa!
Depois dos meus pruridos todos em fazer cocó, vou lá e sem qualquer pejo faço um de tal maneira, que flutua e rodopia durante 8 horas, nunca cedendo à morte precisando de mais duas descargas para desaparecer sanita adentro!
Voltei a carregar no ventre o meu progressivo alien.
