um terceiro tremido,
madrugadas em claro salivando,
uma noite de gravações com os olhos delirantes de febre
um degradante esconder por detrás de uma sebe nos estúdios cinemate
por causa do grande, do único, do verdadeiro amor platónico da minha vida: (fiquemo-nos pelo platonismo, fiz a profissão de fé, crisma e dei catequese até ao 3.º volume, não quero passear no limbo por parcos momentos de festim carnal
NOT!)
O supra-sumo RAP´iano.
O mais perto que consegui chegar dele foi vê-lo de relance reflectido nos meus sapatos (mesmo invertido aquele homem permanece um sonho)
O judas do meu irmão,que não gosta de me ficar atrás em nada (inclusive esquizofrenia crónica), que até só gosta de gajas e vilependia tudo quanto lhe cheire a sexo oposto, resolveu lá ir também e almejou isto:

(Para além de 25 minutos de conversa ininterrupta).
(é o def de casaco castanho)
Conclusão:
- A partir deste post tenho um terceiro namoro terminado.
- Procederei a uma deserdação fraternal que, não só não me causará uma dor dilacerante como obstará a que lhe tenha que comprar uma prenda de aniversário no próximo dia 16. (reitero mais uma vez que a vingança serve-se fria e eu estou num estado de ebulição quase cósmica)
Furem-me as orelhas, espanquem-me o fémur ou torçam-me o umbigo. Mas NÃO ME ESBULHEM NEM PRIVEM DE PERTO COM O MEU RAP. (continuam a dar-se alvíssaras por pelo menos 4 dígitos do telemóvel. E-mail dá direito a consultas jurídicas gratuitas mais uma caixa de Ferrero Roché. Das pequenas.)













