Anteontem tive que ir à faculdade fotocopiar uns livros. Fui comprar o cartãozinho, e fui tirá-las à biblioteca, mas ao fim de uns 5 minutos a máquina começa a apitar e a piscar confusamente.
Eu via uns bonequitos, umas coisas em inglês, mas detesto tudo o que seja sinalépticas e sinais sonoros, fico sempre muito confusa e apetece-me fugir.
Mas as fotocópias eram tão importantes que eu me lancei à descoberta, e já que a funcionária andava a namoriscar um professor pelos corredores, achei que daria conta do recado.
Ao fim de uns quantos minutos, começo ao pontapé à máquina, abrir e a fechar a tampa gigante, a desligá-la da ficha e a saltar-lhe literalmente em cima.
Tive que dar-me por vencida.
A espumar de raiva, saco das folhas que já estavam fotocopiadas, alinhadas num tabuleiro, e preparo-me para me ir embora. Quando as retiro uma luz acende-se no visor e leio "Papel retirado, máquina pronta a copiar".
Ah, então era isto penso, e volto a abrir a tampa. De repento vejo um lanho monumental no superfície da máquina, uma espécie de fenda, quer dizer - o vidro estava mesmo partido.
Tirei o meu cartão das fotocópias, arrumei a mala e os livros, e fugi o mais sub-repticiamente possível.
Ontem voltei lá e no lugar da fotocopiadora estava uma cadeira .
Senti-me finalmente recompensada pela tormenta das propinas.
3 comentários:
onde se retiram responsabilidades aparecem pesadelos...
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