sábado, fevereiro 25, 2006

Big MÁRIO

O Mário do BB foi preso (como testemunhas abonatórias tem o gordo do pasteleiro, o Bruno do BB2,e o Zé Maria, aquele que há 3 anos corria espavorido pela 24 de Julho, todo nu).


Mário, Mário, Mário..
Pareces um querubim
Tens tudo que é necessário
ao fim e ao cabo és um armário
tens pernas, peitoriais, enfim..
para seres um miminho nesse jardim
que dá pelo nome de ESTABELECIMENTO PRISIONAL DO PORTO!

...apanhar no rabito tás a ver?

Um comentário infeliz

Um jornal semanal, provavelmente o mais decrépito da sociedade portuguesa, sondou umas quantas "personalidades" fazendo as perguntas da praxe, nomeadamente "neste carnaval mascarava-se a quê" e "a quem tirava a máscara?"

Quanto a esta segunda pergunta, posso adiantar que 9 dos 10 entrevistados respondeu qualquer coisa como: "ao governo" "a estes ministros corruptos", "aos políticos" e afins.

Vem a atrasada mental da Ruth Marlene: "tirava a máscara a Sua Santidade, o Papa".


Sim...realmente, que brilhante ideia, esbofetear o Santo Padre enquanto o levantamos pelos colarinhos e gritamos aos ouvidos: "Bento como é, seu dissimulado, a condenares o pecado da gula e ainda te ontem te vi a lamberes um pratinho de amoras silvestres!"


Ruth, um conselho:

próximo Carnaval mascara-te de peça de caça e vai abanar o rabinho para a Coutada de Alijó.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Meu querido Deus

Deus escreve Direito por linhas tortas.

Sempre gostava de saber porque é que Ele se esqueceu de estar presente no dia do exame da Ordem..Tinha escrevinhado o que Quisesse, nem que fosse de pernas para o ar.

Vai na volta e aquilo da omnisciência não é bem como a pintam..Não é Sr. Deus?

(Senhor, se considerar este post heresia, relembre-se por favor, daquele episódio em que ajudei o senhor da secretaria da Junta de Freguesia de Queluz a apanhar uns impressos azuis do chão e que, por azar, coloquei os ténis da Airwalker em cima deles e ao levantá-los rasguei-os todinhos ao meio,

não sou tão engraçada? Deliciosamente trapalhona com um toquezinho de mal enjorcada? - lá se pode repreender uma coisinha fofa como eu!)

P.s.- a Oral é em Junho.E eu tenho uma dúvida:

Só Escreves ou também Sussuras?

Post interdito às autoridades e à gerência do Magnetic

Acho que já aqui referi que sou cleptomaníaca.

Mas não se preocupem comigo, por 2 razões:

1º antes clepto que ninfo.

2º ando a refinar a minha amoralidade com pequenos laivos de consciência cívica e religiosa: hoje de madrugada esperei pontualmente pelas 00H01 para furtar o jornal "Público" do ex-cup&cino da Duque de Ávila, oficialmente do dia anterior.

Quão elevado será prejuízo? Lógico que eu sou a única demente que gosta de ler tudo quanto sejam letrinhas, independentemente da sua validade. Quando vou à minha avó escondo-me no sotão as ler as fotonovelas da revista "Ela" de 1967, - não sabem o susto que eu apanhei ao descobrir que o Eládio Clímaco já teve 30 anos!!


Enfim, certamente não magoei os sentimentos de niguém, se bem que a mim também não me proporcionou grande lucro..

Quando cheguei à cama e me preparava para degustar tamanho petisco comecei a ter rebates, não de consciência, mas sim de higiene, pois fiquei profundamente enojada com o jornal, cheio de nódoas de café e alguns restos de caramelo.

Depois daquela adrenalina toda, olhares furtivos para as câmaras de vigilância, controlo dissimulado sobre os empregados, e olhares ameaçadores para os restantes convivas (nomeadamente a Joana e o Bruno que me observavam petrificados)

até me ficou mal aquele enojamento súbito, mas eu sou assim. Ladra mas muito asseada.

Paixões Juvenis




Acreditem ou não, escolhi esta foto não para horrorizar mas sim para sublinhar algo que me faz sempre muita confusão:

é notório que os 2 petizes estão a errar,

e ainda por cima fazem-no à boca podre, com um sorriso estampado no rosto e um à-vontade genuíno (reparem na sacola sobre o ombro direito do menino mais feliz, como quem diz "hoje vou para a escola aprender os advérbios temporais, as fracções matemáticas, as linhas de caminho-de-ferro e jogar à sirumba, não sem antes penetrar analmente este amável burrito"

Mas a mim o que me CHOCA profundamente, para além do minísculo "penes" do segundo menino, mais contido mas também danado para a brincadeira,

é o facto de alguém estar a tirar contentemente uma fotografia, sem nunca ter alvitrado sequer ajudar o pobre animal! Este deve andar de sol a sol na labuta campina, e depois, em vez de recolher ao seu celeiro, tem que aguentar com os desejos adolescentes de 2 crianças desenvergonhadas!

Envergonhado está o próprio animal que, sabendo estar a ser perpetuado por um dagarreótipo tenta nem olhar para a objectiva, baixando os olhos pudoradamente e rezando para que a sua santa mãe nunca chegue a descobrir.

E o porco do fotógrafo a rir-se certamente, com as calças nos tornozelos e uma sensação de bem-estar relaxante...Era estar entretido e vir o pai do burrinho por detrás! Ou não.. provavelmente só o elevaria às nuvens, seguido de um bem merecido cigarro.

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Pormenores



Digo eu, na minha santa inocência e sem qualquer ponta de inveja doentia ou ciúmes exacerbados:

é impressão minha ou a Soraia tem um braço meio deficiente? (o da esquerda).

Não quero ser mesquinha, mas se fosse gajo nem lhe tocava. Jesus, fujo a sete pés de cartilagens bafientas..

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

ídolos

A minha amiga Joana Morais consititui, de certa forma, o meu modelo ideal de gaja despreeocupada, mas feliz.

Eu uma vez fiquei com um livro da biblioteca José Régio na Venteira mais 3 dias que o permitido e,

nas 2 noites anteriores à entrega final fiquei doente, com assomos de vómito e dores de cabeça.

Sonhava com fiscais de livros e multas astronómicas que me perseguiam até à velhice.

Ao 3.º dia fui à biblioteca, com um xaile na cabeça e um nariz falso com bigode e óculos,

murmurei o meu n.º de leitor e antes dela me repreender lancei-me aos pés da funcionária e desfieei os meus azares, todos inventados no próprio momento mas profundamente comovedores.

Ela, muito admirada como é que eu me mantinha ainda em pé, com uma operação à vesícula na noite anterior e 2 às coronárias três dias antes, (mas com efeitos secundários óbvios concretizados no bigode farfalhudo) lá me deixou ir, sem sequer se lembrar da burla dos 3 dias atrasados (sou mesmo maquiavélicca muah ahhh ahh).

Mas a Joana já é grande e vive sozinha.

Alugou 7 filmes (confirmo!! eu estava lá!!) na blockbuster;

deixou-os a apodrecer no sofá durante uma semana,

e depois ainda passou 15 dias na neve.

Conclusão, quando vou a casa dela, para me inteirar das novidades, vejo 7 DVDS lançados ao desalento.

e eu :"tipo, não devias já ter entregue isso?"
ela, despachada e descansada: "nope, ta-se bem"


200 euros.

Eu ouvi isto e depois fui para casa, cabisbaixa a pontapear as pedras da calçada..

Inveja, pura inveja.

Com 200 euros ia ao Campera, comprava a Mango, leiloava a Lanidor e ainda limpava o ranho a notas de 20 lançando-as depois na fonte da Fortuna (que ainda não há passaria a haver depois da minha gestão desastrosa à frente do Outlet).

Ela foi à Blockbuster e calou a boca aos gajos.

Quando for grande quero ser como a Joana. Com um bocadinho de Soraia Chaves.

Momento bíblico

Lembram-se de uma história bíblica em que Labão, pai de Lia, (a mais velha) e Raquel, oferece a mão da sua caçula a Jacob, não sem antes lhe ordenar 7 anos de trabalhos no campo?

E depois de labutar 7 anos ele é enganado já que, na noite de núpcias, Raquel é trocada no meio da penumbra por Lia. Jacob, na manhã seguinte e após descobrir o embuste, é obrigado a trabalhar mais 7 anos se quiser casar finalmente com Raquel...

Bem, hoje acordei de noite com insónias e pus-me a matutar no assunto.

Esse Labão estaria bem tramado pelas autoridades judiciárias contemporâneas se resolvesse repetir a gracinha neste séc. 21

Senão, vejamos:

Tráfico - Mas que é isto?? andar a vender as filhas a desconhecidos? PIOR! - é um crime QUALIFICADO, pelas relações de parentesco.

- Lenocínio. Obrigá-las a entregar o corpo em vista a obter trabalhos forçados no campo por um homem forte e vigoroso. Quem o mandou ter filhas? Procriasse varão!

- Coacção. Nem quero imaginar a tensão coactiva sobre aquele desgraçado, homem no vigor da sua juventude ansiando dementemente pela esposa casta e linda. Por alguma razão ele queria a mais nova, certo?

- Escravidão. Não tem outro nome. 14 anos a trabalhar de sol a sol é, definitivamente,muito mais que escravidão, é doentio! (por muito boa que fosse a paga! diziam que a Raquel era cá um miminho..)


E sabem o que é passar a noite de núpcias aninhado na esposa e, na manhã seguinte apercebem-se que não só copularam com um coirão tão feio que mais parece um escroto, como ainda têm que trabalhar mais 7 anos para viver condignamente com uma esposa ao lado que possam levar para passear e mostrar aos amigos nas festas de aldeia?

Palavra de honra, no meio de tanta mesquinhez, acho que o Gutemberg se enganou na impressão, o meu Deus só poderia ter baptizado esse homem de Grande Lambão!

Faltou o "m".

Ficou o historial criminoso. No livro mais lido de todos os tempos.

Mau negócio.

domingo, fevereiro 19, 2006

Reflexão maometana

O Alvim é rabo.

Filhos da Droga 2

Nunca fizeram uma grande asneira e depois pensaram:

"Poça, se calhar Deus ficou zangado comigo".

E sabem que isso não é nada auspicioso...por isso tremelicam de arrependimento, ficando a torcer para que Deus já se tenha esquecido.

E depois pensam: "bolas, se Deus já se esqueceu, neste momento deve-se estar a recordar!"

Findo este pequeno momento de reflexão tentam pensar no nada, no vazio, de modo a que não sejam apanhados em falso, nas porcarias que já fizeram?

E depois pensam, "bem, isto de ter um Pai omnisciente tem muito que se lhe diga, que ganda m.."

E após pensarem isto não ficam à espera que, literalmente, vos caia um raio em cima, por pensamento tão impuro?

Depois esta última indagação não ficam completamente mortificados por terem efectivamente achado, nem que por um micro-segundo, que Deus poderia ser cruel a esse ponto? E não ficam à espera que, e agora sim,após esta heresia venha um grande castigo dos céus, personificado em labaredas de fogo e esqueletos neuro-obcessivos?

A sério, há alturas do dia em que, após esta cadeia sucessiva de perguntas e auto-respostas,qual delas a mais estúpida, entro num ciclo vicioso tão deprimente que fico a falar sozinha, pior, a conversar diligentemente com os dedos anelares e a fantasiar episódios grotescos.

Tipo agora, em que escrevo este post, murmuro insanidades e espreito por cima dos ombros sempre à espera do fariseu Nicodemos (o célebre cobrador de impostos semítico) a esbofetear-me rancoroso por ainda não ter entregue o IRS de 2005.

Joana, tens razão.
Tenho mesmo que largar as drogas.

Home sweet home

Mais um episódio triste da minha vida:

Ontem, sábado à noite, a trovejar violentamente e a chover a potes,

tomei a resolução sensata de ficar em casa. Eram 18h e pus-me a analisar criteriosamente o site da tv cabo, fazendo um esquema com horas e canais, de forma a conseguir ver o maior número possível de horas televisivas, sempre ao seu mais alto nível.

Começava às 21h com o AXN - CSI, passava para o Pepole & Arts às 21h, com A Promovida, em seguida veria o Scrubs na Sic Radical, findo o qual assistiria, novamente na Sic Radical ao South Park, passando de seguida para Sic Mulheres com o Sexo e a Cidade, acabando, finalmente, com o filme A Última Testemunha no canal inicial, o AXN.

Voltei a refazer o esquema porque me dei conta que, por exemplo, e no que diz respeito à Sic Radical, não rentabilizaria o tempo disponível a ver 2 séries cómicas, haveria sim que prescrutar qualquer coisa mais didática, tipo Mar Portuguez na Sic Notícias. Mas depois tive que mudar o programa a seguir, senão a Carrie Bradshaw não me cairia bem após as epopoeias nacionais.

Refiz toda a análise anterior, vezes e vezes sem conta, até me deparar com o programa nocturno perfeito. E fiquei contente porque faltavam apenas 5 minutos para começar o 1.º visionamento, no AXN.


Vi a 1ª parte. Com os olhos fechados consegui arrastar-me até à televisão, desligando-a. Atirei-me para cima da cama esgotada psicologicamente, mas ainda com o discernimento suficiente para saber que esta seria a noite de sábado mais degradante dos últimos anos.

Depois lembrei-me:

"não, houve uma vez que a minha vizinha me arrastou para o Tabernáculo da Fé, igreja baptista em Mira-Sintra".

Assunto resolvido, esqueci os remorsos.

Um porquinho chamado "FOGE!"

Este post é dedicado a todas as meninas que fazem anos durante a época dos saldos, do género pleno Agosto tipo eu,

e quando vão com os olhos delirantes de febre abrir as prendas, língua pendente e a salivar abundantemente, completamente esfaimadas por dinheiro, vulgo notas de 20

deparam-se com paninhos da loiça, enternecedoramente bordados com patinhos e laguinhos, pintainhos e coelhinhos e outros motivos igualmente cruéis,

ou, pior, com um envelope (daqueles em que já nos cheira a Freeport, ou, se formos mais pobres ainda, a Zara da Amadora)

em que lá dentro está um postal de aniversário a desejar-nos muita paz e saúde!

SAÚDE?? Eu fico é DOENTE! Onde já se viu postaizinhos! Só faltam é ser com os mlfadados pintainhos e coelhinhos. E olhem que normalmente envolvem porquinhos ou vaquinhas falantes..

Estou com uma raiva a animais campestres que tenho a impressão que se me derem um cordeirinho nos anos, o esfacelo em 10 bocados e atiro-os pela janela. Não sem a antes lhe espetar daquelas colherzinhas para tirar o esparguete no rabo e arremessá-lo vezes sem contra contra a porta da despensa.

Nos meus anos,e volto a repetir, lembrem-se: sou alérgica a pechisbeque e adoro ouro branco.

sábado, fevereiro 18, 2006

Carta Aberta

Querem que partilhe algo de muito degradante convosco?

Não, não me façam esgares horrizados como quem não está nem para aí virado, porque ao fim e ao cabo, e apesar de este blogue não ser propriamente o rotten, sei que adoram tudo o que cheire a instintos homicidas e pernas desfeitas.

Tudo isto para dizer,

que aqui há usn dias escrevi um post assertivo, bastante comovedor e com grande relevância político-ambiental (em que pedia a ajuda desesperada às autoridades competentes de forma a repôr o appearance do salsicha)

e cujo título rezava assim

"Ai deste que não tenha 5 comentários, no mínimo".

Nem vos vou dizer quantas pessoas responderam. Espero que se redimam no presente post, senão nunca mais haverá historietas com as seguintes frases:

- plaquetas de cócó de pombo
- bati com o septo no portão
- fui à serra de sintra ao parque das merendas e acabei por assistir acidentalmente a uma reunião secreta entre a classe operária dos antílopes e o sindicato sapateiro das osgas marítimas.

E nem se alvitre que as osgas não têm pés. Uma imaginação espicaçada move montanhas. Ou serras. de Sintra.

Querem mais post estúpidos como estes? Então assumam-se, seus blogofóbicos enpedernidos.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

A senciência

Eu sei.

Sinto-vos.

Tacteio-vos.

Calco-vos.

Cheiro-vos.

Efabulo-vos.

Saboreio-vos


Sei.

por isso,

QUERO A MERDA DOS COMENTÁRIOS AOS MEUS POSTS SEUS IMISCUIDORES DISSIMULADOS!

Outra vez o autocarro

Eu e os autocarros...Devo advertir que esta história é verídica embora claro, e como não podia deixar de ser, salpicada de alguns devaneios imaginativos, mas não muitos (ok, alguns, verão quais são, certamente).

Ia hoje na malfadada 144, atolada de livros gigantes, quando me resolvo a depô-los no banco vazio ao meu lado.

Depois de passar ali num bairro manhoso ao pé de Alfragide, penso que o Bairro do Zambujal, e após terem entrado no autocarro algumas pessoas com um ar mais suspeito,

o motorista faz uma curva apertada e os meus livros escorregam para o chão.

Devo antes de mais recordar que eram livros bem grandes, nomeadamente um Código de Processo Civil anotado, com o heróico número de 800 páginas que,

quando caiu ao chão, fez um barulho seco, um baque sonoro que se ouviu quase na Cruz de Pau.

Um nano segundo depois, o motorista encosta o autocarro e, sem se virar para trás, leva as mãos ao ar, em jeito de rendição.

Está tudo no mais pleno silêncio. Os passageiros entreolham-se, pensando que o motorista endoideceu de vez.

E só então percebo que ele pensa que os guineenses recém-entrados estão a fazer um saque audacioso ao cofrezinho dos bilhetes.

Pigarreio como quem não quer a coisa, tusso com bocadinho mais de força e, finalmente e a tremer, o motorista vira-se para nós.

Então vê o livro caído na coxia e percebe tudo. Lança um olhar cruel aos passageiros.

Não tenho muito por onde escapar. Para além dos 3 guineenses com o ar homicida, só estão 2 velhitos fofos mas que, infelizmente, têm cara de nem de saber ler a cartilha infantil quanto mais um código anotado.

Resto eu. Esboço um sorriso amarelo e, em biquinhos de pés vou buscar o livro, acenando com a mão como quem diz "não se aflija, já o tenho".

O homem, ainda a cambalear, vai-se apoiando nos assentos até finalmente se sentar de novo. Respira fundo, massaja as fontes, e, após um compasso de espera de 3 minutos arranca novamente.

Eu olho para os guineenses em jeito de cumplicidade à laia de "estes motoristas...fazem tudo para não chegar a horas!"

Os guineenses homicidas..lançaram-me um olhar de desprezo e vaticinei uma chacina eminente.

Saí escoltada pelos casal idoso, enquanto de dentro do autocarro os pretinhos me ameaçavam de punho fechado.


Com dizia a minha catequista do 9.º volume: CAGUEI E ANDEI!

Se bem que isto melhor se aplicaria ao motorista.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

O dia em que quase matei um ente querido

Sabem aqueles episódios que desejamos nunca ter vivenciado? Aquelas coisas que nos arrependemos para sempre?

Um dia estava a ver "Crime She Wrote", com a admirável Angela Lansbury. Era o meu programa preferido, e vivia uma semana inteira à espera que desse na televisão.

Não será então de estranhar que uma vez, sentada orgasmicamente a ver a série, tenha enxotado o meu irmão quando ele se abeirou do sofá para me aborrecer.

Primeiro, e sem descolar os olhos da televisão, dei-lhe uma estalada fraquinha, garanto que não fez muito barulho.

Da segunda vez, micro-segundos mais tarde, já lhe dei um bofetão com a mão aberta.

Como se ele insistisse em importunar-me com os seus guinchinhos de menina, viro-me na direcção dele para lhe pregar uma sova de meia noite, eis quando senão

vejo o meu irmão completamente ROXO, a agarrar na garganta e a tentar respirar, função essa que, manifestamente não estava a conseguir, já que andava aos círculos pela sala, indo embater na mesa de centro antes de cair redondo no chão com um gemido já fraco.

Olho para a mesa e vejo lá um prato com uma carne de porco à alentejana. Com um raciocínio lógico brilhante, compreendo que ele está a tentar lutar com um pedação enorme de bácoro entalado na garganta!

Espojado no chão, agarro-lhe uma perna e vou a arrastá-lo até às escadas do meu prédio, até que toco a todas as campainhas do meu andar e grito por socorro.

Lá aparece uma velhota que lhe faz respiração boca a boca e lhe sacode o diafragma e o miúdo sobrevive.

Mas estava tão fraco que nem teve força de me esconjurar pelo mal-entendido.


Não tenham pena.
Estou há 19 anos a pagar pelo sucedido.

Amadora, esse paraíso na Terra

Quão contraditória é uma residência ao pé de uma certa estação de comboios da linha de Sintra denominada "Amadora Palace"?

Mas esta gente pensa que ludibria alguém?!

Ou estão convencidos que camuflam brilhantemente o facto do recepcionista ter não uma mas duas arma no coldre, e o segurança atrás dele uma arma branca a respontar do cuecão ?

Que degredo..Os próprios assaltantes devem rir-se à boca podre desses ardis geniais!

O assédio

Eu tenho um fã.

Não, mais uma vez não cucuritem os galos, não zurrem os burros, não chiem os ratos, não crocitem os corvos, nem guinchem os porcos (chiu Nuno, é uma ordem!).

O fã que me assedia diariamente com o olhar lânguido e língua estrategicamente pendente no lado esquerdo da boca é:

- o senhor do Bar da Universidade
- aflitivamente baixo (só chega até à prateleira dos salgados)
- tem uma dentadura assaz duvidosa (vislumbrei até hoje 4 dentes, 3 dos quais em estado mórbido de decomposição, e com umas gengivas castanho pálido muito intrigantes).
- 2 faixas etárias acima, vulgo velho como um escroto (44/52)


e por fim, e à laia de conclusão:

- tem um ligeiro atraso. Não, minto,

é simplesmente estúpido, aliado a um abissal atraso.

Ontem fui jantar ao bar.

Detectei logo os sinais de excitação físca, perfeitamente manifestos mas que preferi ignorar pois, afinal de contas, ia jantar e não queria estar com o estômago revolvido pela imagem daquele homem nu.

Ele, suando em bica e sorrindo com aqueles dentinhos apodrecidos, franzindo o sobrolho com o seu ar sensual e que me fez lembrar o Homem Elefante,

fez-me sinal para aproximar e, em jeito de confidência, sussurou-me que, por ser para mim, me ia "fazer um jeitinho".

Rezei para que ele não dispusesse do seu órgão sexual em plena cantina pensando que me deleitaria, mas, pelos vistos, a sua ideia era mesmo ajudar-me no que concernia à minha refeição.

Eu tinha pedido e pago uma tosta,

mas logo o imaginei a trazer-me 1 prato de strogonoff e batatinhas, com um sumo de laranja natural e uma taça de gelatina, e eventualmente com uma dose de arroz.

Ele vai para a copa, e quando sai, com um ar deveras suspeito, escondendo-se do resto dos colegas e ludibriando as câmaras de vigilância,

dá-me já um saco cheio,

e antes de eu o abrir, confidencia-me lascivamente:

"Em vez de 2 guardanapinhos..pus aqui 4!! Só para ser para a menina...".

E juro que quase me pareceu que me soprou um beijo, mas entretanto eu já tinha fugido a uma tal rotação que ainda estava ele a dizer "até amanhã princesa" e já a porta do bar tinha batido.

Pulha! Frustar-me as expectativas alimentícias daquela maneira.. A tosta soube-me a nada, ainda por cima acorriam-me imagens do anãozito nu.

Não sei para quando a recuperação, mas só espero não desenvolver traumas sexuais relacionados com a comida.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Vou sentar-me e esperar

olhem, arzahhhhh para esta merda de blogue que tanto está bem como a seguir já está todo virado do avesso. Agora não tem o site meter, nao tem foto, não tem posts recentes, nem meses longíquos.

Desconjunturou-se todo e eu CAGUEI BEM DE ALTO (literalmente, porque eu não faço cócó, sou uma menina, e o Gonçalo sabe bem disso, sou um ser abençoado, um anjinho iluminado, sou muito fofinha),

por isso enquanto isto nao voltar ao normal OU ALGUÉM ME AJUDE porque o irmão que tenho em casa vale tanto como uma mão cheia de merda e outra cheia de nada!,

vou barricar-me na sala, a ver dvd´s, comer chetoo´s e pensar nos posts maravilhendos que poderia estar a escrver e que, manifestamente, não estarei.

Em momento oportuno voltarei a esta bodega.

Ai deste que não tenha 5 comentários, no mínimo

Por favor,

alguma alma caridosa se apiede do meu desespero e me ajude a tirar as letras azuis e restantes idiotices que coloquei no malfadado dia 9 de Fevereiro e agora não sei como tirar? E nem se diga para eu voltar ao sítio e repôr como estava pois, obviamente, e atendendo ao pomenor não despiciendo de que não sou, ao contrário de muita má-língua que por aqui ciranda, atrasada mental, motivo pelo qual já tentei fazer a tarefa supra,

nessa medida agradeço complacência para este meu suplício, concretizada em directrizes práticas e eficazes..

Obrigada

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Informação Escatológica

Bolas,

tive que voltar porque me lembrei que não intitulei o post infra.

E se há coisa que eu gosto é de merdas perfeitinhas.

Chamar-lhe-ei "O Desabafo".
Não sei se já repararam (espero que não, senão há indícios sérios que não têm vida própria, uma conflituosidade inter-social acentuada, e, por demais evidente, uma hetero-exclusão comunitária perturbadora, vulgo PESSOAL SEM AMIGOS)

mas eu hoje já escrevi uma data de posts,

cada um mais sem sentido e amoral que o outro,

pela simples razão de que, amanhã, tenho a repetição do exame da Ordem,

e, como qualquer estudante preguiçosa, desorganizada e cábula que se preze, já inventei mil e uma coisas para fazer,

inclusive lavei a banheira com Cif, tarefa que, ao fim de 2 minutos, achei demasiadamente afrontosa à minha condição de..enfim, qualquer coisa que me impede de executar a empreitada supra-mecionada,

só para não ter que estudar.

Pelo que me voltei a sentar frente a este teclado para vos dizer isto mesmo que vos acabei de transmitir.

E dizer nada em tanto é obra certo? Só me dá é para o mal. Lá para os contratos de impugnações paulianas não me dá tanto a veia artística.

Arghhh façam-me parar!

Vou desligar o pc no botão do reset com o dedo do pé.

é favor não atentar às novas alterações mundanas deste blog

Caros,

Estou bastante desolada, porque o meu irmão é que teve a brilhante ideia de apalhaçar o blogue com pormenores giros.

Mostrou-me uma coisa ou outra e depois foi sair.

O certo é que eu me entusiasmei, andei a mexer em coisas com nomes insofismáveis tipo html e dashboar, pelo que no fim da brincadeira me apercebi que tinha posto o salsichinha meio virado do avesso, com comentários estúpidos tipo "o meu olho gigante"

e agora não só os não consigo tirar,

como os post mais recentes ficaram num azul escuro (meio cobalto, meio metalizado) e nem eu, que os sei de cor, consigo perceber o que dizem.

é uma tragédia, e suspeito vagamente que ele fez de propósito.

Lá porque escutei a conversa dele ao telefone,já tive a minha paga não?! Um pontapé daquela perna elefantísica

ainda por cima com sabor (ele espetou-ma na boca) a VENENO!

Snif

Ai os cãezinhos tão giros

Não me levem a mal.. eu adoro animais,

mas estão a ver aquelas situações,

em que estamos de cócoras atrás da porta da sala, a tentar diligentemente ouvir uma conversa ao telefone,

entre o nosso irmão e uma miúda, há já quase 10 minutos,

na mesma posição, quase sem respirar, com os joelhos esfolados, os ombros deslocados e o rabo a descair para trás?

e, ao mesmo tempo, rimo-nos muito baixinho, quase afogando-nos com o esforço de contenção, enquanto tentamos explicar à nossa mãe, do outro lado do corredor, que não estamos a fazer nada de mal, para ela dar meia volta de modo a que consigamos continuar a ouvir a conversa?

Pois, o problema dos animais é que, sem qualquer pudor, e em qualquer tipo de situações, quer estejamos naquela situação há 1 ou 30 minutos, acabam por nos denunciar. Sempre.

Aquele cão vinha da sala, ar abatido, arrastando-se pela divisão. Quando dobra a esquina vê-me naqueles propósitos. Claro que para um animal que não faz nada o dia inteiro, ver a dona naquela posição é um petisco pincelado a mel.

Primeiro começa a abanar o rabo. Antes de entrar em pânico faço-lhe sinal com a mão para ele vir sem grande alarido.

Porque algum motivo é cão, burro que nem uma porta, interpreta o meu aceno como um convite tácito para brincar. Começa a saltitar à minha volta, latindo alegremente, olhando também para o meu irmão como que a convidá-lo para uma grande brincadeira.

Nem tenho tempo para lhe dar um pontapé.

Só vejo surgir o peúgo roto do meu irmão e, quando me preparo para fugir apanho com aquela meia nojenta, à qual vem atrelado um dedo do pé com ar suspeito.

Nem pude reclamar. A minha dignidade não mo permitiu.

Limitei-me a dar um chapadão no cão e a imaginar o desfecho da conversa telefónica.

Um conselho? Na lojinha..escolham os peixes.

Desculpa..

Cláudia, (pigarreio)


Hum... lembras-te de me terem dado um vibrador na minha Benção das Fitas, com a forma de um golfinho e azul?

Lembras-te de eu o ter guardado no bolso do casado pendurado no roupeiro?

Lembras-te de ele ter um dia desaparecido? (perguntavas-me diariamente pela saúde dele..)

Bem, eu realmente deitei-o fora,

Isto porque a minha mãe um dia o encontrou no guarda-fatos,

Perguntou-me o que era aquilo e o que estava ali a fazer,

E eu disse-lhe que era TEU E MO TINHAS PEDIDO PARA GUARDAR!

Ela ficou horrorizada e disse para eu tirar aquilo dali para fora.

Por isso é que ela te olha agora com alguma desconfiança, e não te comprou prenda de Natal este ano.

Mas vê isto pelo meu prisma: FUI OBRIGADA A DEITAR O MEU GOLFINHO FORA!!

Tu ficaste apenas com a fama. E o meu proveito? snif

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Outra vez o poema

Poema ao Milésimo:


és roto, nem te acusaste,
shame on you caro leitor
mas porque aqui entraste
e sempre me visitaste
não te reprovo com vigor
condecoro-te com louvor
brincadeira, achas que sim?
bonificar quem entra.. enfim..
de mansinho, armado em esperto
em vez de surgir de peito aberto

fazendo ecoar por este mundo,
durante toda uma vida,
(contento-me com um segundo)
o salsicha não tem medida

é meu, é profundo. (lolada)

Interpelação admonitória

Caríssimos Confreires,


obrigado por NADA!!!

Se ontem alguém cá tivesse vindo, que não veio, mas por algum acaso insusceptível de compreensão viesse, da parte das Produções Fictícias,

o certo é que teria encontrado um vasto e inóspito deserto interactivo, um monólogo patético entre a minha pessoa e o meu alter ego, devaneios de meia idade que nunca os supus ter mas agora até já estou assustada,

já que sou só eu a falar, é só 0 comentários em tudo o que escrevo e nem o 1000 leitor se atreveu a denunciar-se, visitando-me sob a forma de anónimo, por ser mais dignificante do que ter que, frontalmente, confessar que me lê.


Hum.. estou deveras conspurcada com estes procedimentos, e toda a minha áurea de ser peculiar se esfumou, não passando agora de uma lunática que beija o cão e mata os periquitos à fome.


É lamentável.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

URGENTE!!

Desocupados amigos,

Há, se bem que ínfima, uma micro-possibilidade de alguém das Produções Fictícias ler este blogue, porque mandei há pouco mais de 7 minutos um e-mail para eles, bastante deprimente e desesperado, com o único objectivo de participar num sketch,

motivo o qual me forçou a puxar os galões e, à falta de melhor, (corpo da Soraia, leia-se)

lhes meter pelos olhos adentro aquilo que tenho de melhor: o salsichinha

(a dança no poste fica reservada exclusivamente para o Gonçalo)

É FAVOR, POR CONSEGUINTE,


colocarem comentários a enaltecerem as minhas grandes qualidades,

quer físicas,

quer físicas!,

abstenham-se de missivas que contenham palavras como "cu de bomba, badocha, óbelixa, cara de cu", como já apanhei aqui,

e realcem tudo o que há de melhor, inventando sempre que necessário, mas de uma forma realista e convincente.

Sereis recompensados.

No sketch farei um sinal imperceptível aos meus amigos leitores, à laia de exemplo, abano o rabinho de frente para a câmara, gritando "in your face cristina do gouxa"

Será, decerto, um momento enternecedor.

Obrigada.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Falso alarme

Não tenho palavras. Estou literalmente boquiaberta (tanto o quanto a minha parastesia me permite).

Isto passou de 1000 (weee) visitantes para 930 (dooop)

Estou farta de ti, hacker desocpuado. Qualquer dia apanhas na tromba, estou-te a avisar.

1000 visitantes!!!

Bolas, isto foi um pouco mais rápido do que eu pensava!

Foi só o tempo de eu ir à casinha de banho e eis quando se me deparo com a obrigação (reformulo) prazer imenso de dedicar um poema à milésima pessoa que, por acaso, nao faço ideia de quem seja porque entrou anónimo.

Anónimo:

Um dia no meu site entraste
e pelos vistos retornaste
és uma pessoa culta e muito esperta
Ao contrario de mim que sou pouco certa.

IMPORTANTE!

Ó Meu Deus, que emoção, faltam só 3 pessoas para os 1000 visitantes!!!

Devo adiantar que vou escrever uma pequena prosa em honra ao meu milésimo leitor.

Tenho é que abster-me de vir aqui tantas vezes senão arrisco-me a fazer uma auto-serenata.

O que não deixaria de ter a sua graça mas, em ultima instância, é muito degradante.

Resta-me esperar. E que ganhe o mais desocupado.

O meu cão anfíbio

Nunca vos aconteceu virarem-se de repente e o vosso cão está a olhar para vocês, com um ar misterioso e os olhos brilhantes, como quem tem alguma coisa para dizer mas por qualquer motivo está impedido, como quase uma necessidade imperiosa imperiosa de falar e, ao mesmo tempo, permanecer calado?

Confesso que me passaram algumas ideias pela cabeça.

Do género ser um animal preso numa armadilha fantasiosa, estilo contos de Grimm de 1760.

Experimentei. Não resultou.



E daí? E se fosse mesmo um príncipe? Quem riria por último?

Show business

Cada vez me convenço mais que as figuras públicas são, ao fim e ao cabo, uma grande merda como nós os mortais.

Já tinha suspeitado disto quando uma vez, em pleno Jardim Zoológico, vi o Carlos Moniz, cujo programa "A Casa do Tio Carlos" bombava nas horas.

Empoleirei-me em cima da manjedoura dos dromedários enquanto lhe soprava beijos, e gesticulava para chamar a sua atenção. Mesmo quando fui manietada pelos funcionários e arrastada até ao atendimento administrativo para me pedirem contas da incauta acção, o Tio Carlos olhou para mim com um ar melindrado e prosseguiu o seu caminho, sem sequer acenar um adeus.

Passados uns tempos foi aquele episódio com o Bonga, que já qui relatei. Mesmo totalmente espojada no chão, com os cotovelos e joelhos dolorosamente arruinados, sem um dente e a sangrar abundantemente do sobrolho, esse senhor foi capaz de esboçar um gesto de apreço, continuando a fumar o seu cigarro e enquanto o meu gemido cada vez mais fraco se deixada de ouvir até, finamente, perder os sentidos no meio do parque de estacionamento.

Anos mais tarde vi o José Malhoa na Costa da Caparica, enrolado aos beijos com uma loira de 25 anos, cheia de celulite mas mesmo assim demasiado boa para aquela trampa.
Quando tentei acenar-lhe, simulando um gesto como quem vai telefonar, neste caso para a esposa traída dizendo "Srª Malhoa? Sabe onde está o seu marido?", e rindo-me selvaticamente com o gosto antecipado desta chantagem,

o certo é que ele olhou para mim e ignorou-me, continuando com as suas lascívias repulsivas.

A semana passada, numa discoteca lisbonense, vejo a Cristina do "Você na TV". Não resisti e lancei-me aos pés dela, dizendo "adoro-te adoro-te és tão linda".

Acto contínuo a Cristina deu-me uma ligeira biqueirada com o estilete da sua sandália e, apesar de me ter feito um furinho no braço, ainda me consegui agarrar aos seus tornezelos, enquanto ela armada em estrela chamava um amigo da musculação, que me pontapeou nas costelas e com gestos obscenos me disse para eu ir copular.


Mas o que é que se passa com esta gente? Se são conhecidos são graças a pessoas anónimas como nós, que lhes compramos os discos, copiamos as roupas e gozamos com as suas gaffes!

Hás-de cá vir, Cristina. Telefono para o Gouxa em directo e mando o meu irmão arrotar-te grotescamente na cara.

Estúpida.

Renove-se as boas vindas!

Más notícias:

o hacker holográfico que vivia apenas na minha cabeça aluncinada pelos vistos ressuscitou,

porque eu tinha um post a desabafar sobre os meus dois periquitos nojentos, mortos à fome, post esse que eu já vi aqui neste blogue maravilhoso e que, inacreditavelmente, já aqui NÃO ESTÁ!

Se alguém leu esse post por favor diga-me, porque senão posso, eventualmente (não muito, duvidar da minha sanidade mental.

O post versava sobre um casal chamado Papo Seco e Meia Noite, que me andam a atormentar sob a forma de hieroglifos num bloco de notas,

e terminava com um pedido de tréguas.

Eu ainda não estou assim tão doida...

domingo, fevereiro 05, 2006

O servicinho

Hoje o meu pai apareceu-me a berrar no meu quarto, a dizer que havia verniz vermelho espalhado pelas loiças da casa de banho, e que se eu achava que aquilo nao dava trabalho a limpar, então que levantasse o meu real traseiro e fosse lá tirar aquela porcaria.

Muito condignamente levantei-me da cadeira onde estava a estudar e, sem lhe dirigir palavra, calcei as minhas pantufas gigantes de pés de pedinte com as meias rotas e os dedões à mostra (um must da Michelle K)e enlacei o robe,

e lá fui eu para a casa de banho onde, com um pouco de acetona e algodão, retirei aquele verniz vermelhão da bancada, atirei os restos para a sanita, lavei as mãos e fui-me embora.

Há dias em que dá gosto fazer nojices sem querer, deixá-las lá por preguiça, e no dia seguinte ser chamada à atenção e desfazer-me da imundice em 20 segundos.

Ficou lá bem caladinho, a remoer-se por eu nao me ter lamuriado e implorado perdão.

Muuuu ahh ahhh ahhh!!!!

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Esclarecimento

Estabelecimento Prisional de Caxias.

mas não agoirem!!

Aviso:

Por favor, quero advertir que o meu e-mail susana.alexandre@gmail.com, estará temporariamente desactivado, pela monumental vergonha que terei passado desde o dia 1 de Fevereiro,

data em que, por infortúnio do destino,

resolvi mandar um em-mail privado para uma pessoa de um fórum jurídico,

e-mail esse,

esperem, ainda que me custa falar no assunto,


foi enviado sem querer para o endereço geral do fórum.


Devo dizer que a missiva continha grande parte das ASNEIRAS eruditas no período pós-medieval português (séc.XVI),

e quase todas as contemporâneas, incluindo os dialectos da Cruz de Pau e Bairro de Santa Fiolomena,

isto para basicamente qualificar criteriosamente o mentor da lista e 90% dos restantes participantes.

Ainda nem tive coragem de ir ver o que se passou. Por isso, qualquer assunto susi_nunes@hotmail.com, esperem só que seja saneada da lista e se esqueçam da minha existência o que,

a avaliar pela dimensão dos impropérios que lhes foram dirigidos,

demorará aproximadamente 2 meses, isto se não fizerem participação disciplinar e eu for presa.

altura em que me contactarão provavelmente em D.65478@epc.pt.


Fica dado o recado!